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quarta-feira, 25 de setembro de 2013

A terceira geração do e-commerce

O e-commerce já é uma realidade há muito tempo. A facilidade em comprar qualquer tipo de produto ou serviço sem sair de casa cativa milhões de usuários a cada ano, fazendo deste um mercado em franco crescimento. Em 2012, somente no Brasil, faturou R$ 24 bilhões, de acordo com dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm).
É natural que, em um mercado tão rentável, e com imenso potencial, surgissem novas alternativas para serem exploradas. Uma delas foi o clube de compras, mais conhecido como compras coletivas, que disponibiliza ofertas com até 90% de desconto, mas que necessita que um número mínimo de pessoas adiram, para que a promoção seja ativada. Este modelo acabou se tornando uma segunda geração do e-commerce.

A compra coletiva teve seu auge no segundo semestre de 2010 e durante 2011, quando alguns sites movimentaram cerca de R$ 1,5 bilhão anual. Entretanto, foi questão de tempo para que os estabelecimentos lotados, com filas quilométricas e atendimento fraco se tornarem frequentes, resultando em serviço de baixa qualidade, o que espantou parte do público que usufruía deste modelo. Alguns dos principais sites encerraram as atividades, outros começaram a procurar novas alternativas, como foco em viagens ou delivery de comida.
Com a decadência da compra coletiva, já se procuram novos modelos para aproveitar a rentabilidade do comércio eletrônico, principalmente com a popularização de smartphones e tablets. Esta nova onda, a terceira geração, possui conceitos que tentam trazer o e-commerce mais próximo da vida real, onde é possível, por exemplo, pechinchar uma compra, negociar um desconto da forma como fazemos em uma loja física.
Ou seja, o comércio eletrônico é um mercado aberto, com público gigantesco, e enorme potencial a ser explorado. Uma loja online ou uma startup requer, como qualquer empresa, empenho, seriedade, atendimento de qualidade e uma boa dose de criatividade.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

O e-commerce e o marketing na era 3.0

Estamos na era do valor. Tudo deve ter valor agregado, tudo deve estar ligado a algo que possua valor e que nos deixe conectados de alguma forma à aquilo que acreditamos.
As mídias sociais e a tecnologia deu força para essa nova forma de “marketear” e isso nos ajuda muito no comércio eletrônico.  O consumidor comenta em um blog, twitter, segue o link e está lá em uma loja virtual que tem obrigação de “conversar” com aquilo que o consumidor lia anteriormente, vi casos em lojas virtuais fora do país que dependendo de onde vinha aquele consumidor o layout da loja era transformado para algo próximo do assunto que ele lia, muita tecnologia, tudo para agradar o consumidor e fazer com que ele não percebesse a diferença entre conteúdo e consumo.
Hoje o consumidor é colaborativo, gosta de fazer parte, gosta de ser ver e compartilhar e isso nos dá uma gama de ações para trazer esse consumidor para nós.
Trendwatching, rede de pesquisas de tendências, diz que a motivação dos consumidores para cocriarem produtos é pessoal, alguns gostam de mostrar seu talento, outros de trazer o produto para sua vida de forma pessoal, outros ainda pensam em recompensas monetárias, alguns pensam que vão ganhar um emprego e por fim os que se divertem com isso, apenas.
Hoje o marketing está baseado no comportamento do consumidor, para tanto precisamos fazer uso da tecnologia que nos possibilita estar em contato constante com os mesmos.
Aceito que hoje o conceito do marketing está baseado, segundo Kotler, nos 3 Is : identidade, integridade e imagem.
Não mais teremos o marketing de nenhuma empresa (principalmente virtual) como sinônimo de vendas ou ferramenta para gerar demanda, ele deve ser visto como fonte principal para ganhar a confiança do consumidor. A partir dessa confiança se vende mais e todas as ações serão fortalecidas.
Devemos ter em mente que os consumidores são os verdadeiros donos de uma marca e é para eles que trabalhamos. De nada adianta fazer uma marca boa, uma loja com excelente categorização, gateways seguros e rápidos e na entrega dar errado. A transportadora falhar ou ainda o SAC não funcionar. A sua marca estará sendo vista durante todo o período da experiência de compra e o dono dela (o consumidor) espera ser atendido da forma que ele  deseja, temos o consumidor como centro da nossa estratégia.

Para dar entendimento ao nosso consumidor hoje que o marketing mudou e não se interessa apenas em impulsionar o consumo, mas sim entender como quer consumir devemos ter cuidado inclusive com as nossas parcerias, se temos como valor atendimento perfeito, não podemos ter parceiros que não pensem dessa forma, por exemplo uma transportadora que não entrega com excelência ou uma central de atendimento que não saiba passar seus reais valores quando acionada. O consumidor está conectado e sabe quem é quem, sabe para quem reclamar e quer colaborar para ajudar se você for bom o suficiente para isso e essa hoje também é uma nova função do marketing – estudar o consumo.
Essa visão deve ser compartilhada por todos da empresa, pois no mundo digital todos devem falar a mesma língua, seja o blog, a rede social, o sac, os seus colaboradores quando falarem da empresa, todos devem ter (na medida do possível) a mesma visão, só assim o novo consumidor vai acreditar que ele é mesmo o centro do negócio. Esse é o nosso desafio 3.0.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Como aumentar as vendas no e-commerce?


A resposta para o título desse artigo, na teoria, seria muito fácil: “basta anunciar que as pessoas chegam ao site”. Mas será que é só isso mesmo? A fórmula é tão simples?
Na verdade, nem tanto. Primeiro que para fazer uma boa campanha na Internet é preciso investimento, e bem ao contrário do que a maioria pensa, anunciar na web não é barato, entretanto, sabendo fazer, a loja virtual com certeza terá um excelente retorno em vendas.
Na minha aula de E-commerce, eu foco basicamente em um pilar estratégico, não apenas para aumentar as vendas, mas para manter uma loja no curso do crescimento sempre. Aumentar vendas, não significa crescer, apenas, 10% de um mês para o outro, mas também deixar o cliente fiel. Em época de Redes Sociais, reputação é fundamental, pois além do consumidor comprar sempre ainda indica a amigos.
Bons produtos, encontrabilidade dos produtos, atendimento, marketing digital e logística. Esses são os 5 pilares que defendo para a evolução da loja como um todo. Cada um deles tem a sua importância para essa evolução da loja, seja ela uma mega loja multiprodutos ou uma pequena loja de uma pessoa que vende camisetas pela Internet.
Bons produtos significa que a loja deve vender qualidade. Entender o que o mercado deseja comprar e oferecer esses produtos de forma clara, simples, objetiva e se possível com o melhor preço (digo se possível, pois frete ou empresas com produtos tabelados as vezes dificultam essa ação); se a loja tem bons produtos, é preciso que o usuário os encontre. De nada adianta levar o usuário ao site se ele não acha nada! Assim como não se pode, JAMAIS, achar que aquele usuário que digitou “câmera digital 12 megas” no Google chegue a sua loja para ver um notebook. Ele pode se interessar, mas depois de ver a câmera.

Atendimento é fundamental no pré e pós-venda. As pessoas tem dúvidas e essas nem sempre podem ser sanadas pelo texto do site. Tem que ser na conversa. Tenha uma equipe pronta para atender as pessoas e especializada em fechar a venda! Marketing digital é basicamente anunciar a loja, como disse no começo do artigo, mas como vimos até o momento não é a única solução para que a loja venda mais. Logística é fundamental, pois se uma pessoa compra e não entrega no prazo, perde a confiança. Ela não compra mais, não indica, não volta a loja e se possível fala mal da mesma para sua rede de amigos. É uma forma de perder não apenas um, mas vários potenciais consumidores.
Voltando ao marketing digital como estratégia há diversas formas de se usar esse conceito. Banner na home de portal é um deles, muito usado pelos mega players. Altos investimentos, grandes riscos. É preciso pensar além do básico. As pessoas não se empolgam mais pelo “mais do mesmo”. Nesse momento vem o conceito que defendo de presença digital (http://www.slideshare.net/Felipemorais2309/planejamento-estratgico-com-foco-na-presena-digital-6830701). É preciso estar bem posicionado no Google, ter ações de Links Patrocinados. Usar bem o s-commerce (comércio pelas Redes Sociais), estar presente em Blogs, de preferência desses blogs espontaneamente falando bem da marca, estar no mobile não apenas com um banner em site, mas com uma loja virtual.
Mais do mesmo não vende mais. É preciso empolgar, deixar o usuário curioso e fazer com que ele sinta vontade de ir até a loja. Lá estando, oferecer um ambiente em que ele se sinta confortável e seguro. Oferecer a ele o que ele quer. Assim, cria-se um cliente fiel que pode trazer diversos outros.

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sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Como reverter carrinhos abandonados em compras em seu e-commerce?


Uma prática bastante comum que observamos nas lojas virtuais é o abandono da compra. Muitos visitam a loja, acessam páginas de produtos e departamentos, mas não finalizam opedido, apenas inserem os itens escolhidos no cesto de compras e depois, deixam a loja. É neste momento que surgem as dúvidas: quais atitudes tomar diante deste quadro? Como faço para converter estes abandonos em compra? Este é um grande desafio do e-commerce, reverter os acessos em compra, afinal, a loja já investiu para atrair os consumidores, e perde exatamente no momento da venda, de obter o retorno do que foi investido.
Primeiro, existem características que são essenciais na página do carrinho de compras para ter alta conversão, além de estratégias que o lojista pode utilizar para convencer o cliente a comprar.
O processo de checkout da loja, em nenhum momento pode atrapalhar a conclusão da compra, cada etapa deve ser intuitiva e fácil, para agilizar o processo, favorecendo o fechamento do pedido. No carrinho o foco é a compra, o design não pode ter elementos que possam tirar o foco do usuário, pelo contrário, devem favorecer o término desta etapa, além disso, o botão “Fechar Pedido” deve estar em destaque. Disponibilize opções de atendimento nesta página, evitando que o cliente deixe a página do carrinho, mostre o telefone, e-mail de contato ou até mesmo um atendimento online, na mesma tela. O cálculo de frete no cesto de compras é essencial, pois é um dos motivos que geram a maioria dos abandonos. Ofereça diferentes opções de entrega, para o cliente escolher a mais conveniente.
Para evitar o abandono dos carrinhos de compra mostre na loja virtual todas as etapas do pedido, evitando dúvidas. Os ícones de pagamento, quais cartões de crédito que a loja aceita, links para os produtos, fotos dos itens, e informações como prazo de entrega, devem estar bem destacadas. O cliente em hipótese alguma deve desistir da compra devido à falta de informação. Faça a sua parte, trabalhe a página de carrinhos, com todos os elementos necessários para conversão.
Depois do cesto de compras revisado para ter alta conversão, vamos em frente. Quais estratégias tomar diante do abandono de carrinhos?


Primeiro vamos entender os motivos de desistência: custo alto na entrega, prazo de entrega muito longo, política de devoluções confusa, falta de alguns métodos de pagamento, descrições e fotos de produtos insatisfatórias, entre outros motivos.
Para reverter estes carrinhos, atendendo o cliente e evitando estes motivos de desistência, existem algumas estratégias como:
1- Promoções de frete grátis: oferecendo um benefício ao cliente, incentiva o fechamento do pedido. Ofereça a gratuidade a partir de um valor mínimo de compras, assim o cliente acaba comprando um pouco a mais para ter o benefício.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

8 Dicas para ter um layout funcional em sua loja virtual

Se você está procurando uma empresa que crie sua loja virtual, isso é muito fácil de encontrar! Utilize o Google e verá inúmeras empresas que podem criar isso para você, agora se você realmente deseja construir um novo empreendimento, que lhe dê lucro, bem, preciso lhe pedir que descarte ao menos 70% desta lista de desenvolvedores de lojas virtuais, isso por que poucas empresas estão realmente interessadas em como isso pode trazer benefícios para você, o que interessa é apenas o quanto você está investindo. O layout é tão importante quanto o próprio produto, a experiência de compra deve ser tão agradável que o consumidor não tenha pressa de sair da loja virtual. Pois bem, pensando nisso, resolvi lhe dar uma “mãozinha” para que você não pague o preço por um trabalho desenvolvido sem as técnicas necessárias.
1)      A estrutura é o começo de tudo
Será que você já ouviu falar em wireframe?! O Wireframe é o projeto inicial da loja, até mesmo para se construir uma casa é necessário criar um. O wireframe tem a mesma função de uma planta baixa, geralmente ele é um arquivo em preto e branco demonstrando a disposição de cada detalhe da loja: Largura das colunas, quantidade de banners, espaço para o logotipo, tamanho dos selos de pagamento, medida das fotos, etc.
É também no wireframe que definimos quais os aplicativos e diferenciais que serão utilizados na loja.
É importantíssimo avaliar esta etapa com cautela e sem pressa, para garantir que não haja falhas depois que a loja estiver 100% pronta.
2)      A grama do vizinho nem sempre é mais verde
Se você é daqueles que gosta tanto da loja de seu concorrente que resolveu criar a sua quase que uma cópia, você está fazendo isso errado!
Analisar a concorrência é realmente muito importante, mas não se limite apenas a lojas de seu segmento, avalie o que tem dado certo para eles e se inspire a buscar diferenciais.
3)      Não fuja de suas raízes
Antes de iniciar o seu layout busque muitas referências de seu mercado: cores, fontes, fotos, funcionalidades, benefícios, etc, e utilize-as para que seu consumidor se sinta em casa. Ele precisa perceber logo de cara que está dentro de uma loja que vende aquilo que ele procura.
Criatividade é sempre bem vinda, mas não perca o bom senso, mantenha o foco no seu segmento de vendas.


4)      O que importa é o Consumidor.
Desculpe a franqueza, mas neste momento: Sua opinião não importa!
Não deixe que suas preferências pessoais falem mais alto do que aquilo que o seu público alvo realmente gosta, afinal, são eles que você quer atingir. Claro que a loja não precisa fugir totalmente do que te agrada, mas tenha bom senso ao escolher os detalhes, nesse momento, sua opinião pode colocar tudo a perder.
5)      Purpurina e Neon
Amigo empreendedor: Uma loja virtual não é um site institucional.
Luzes cintilantes? Logo que gira? Mouse com bichinho que segue? Banner de promoção que Pisca? – ESQUEÇA.
O Foco da sua loja tem que ser exclusivamente para o produto, nada deve chamar mais atenção do que ele e o botão comprar. Isso pode deixar sua loja cansativa para os olhos e o consumidor desistir da compra.

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Comércio Eletrônico: planejar é preciso


O brasileiro tem por natureza o espírito empreendedor. Nós descendemos diretamente dos navegantes portugueses que, nos séculos 15 e 16 empreenderam o que foi até então a maior das aventuras humanas, a descoberta da América. Mas isto só aconteceu por conta de seu espírito empreendedor, pois seu objetivo inicial era o de cruzar um oceano desconhecido para tentar encontrar mais eficiência no comércio entre a Europa e a Ásia.
Desde então, o Brasil tem passado por diversos ciclos econômicos, mas todos eles, sem exceção dependeram de uma forma ou de outra da vontade de homes e mulheres que quiseram de alguma forma melhorar de vida e o mundo ao seu redor. O primeiro ciclo foi o da madeira, com o Pau-Brasil, que deu nome ao nosso país, em seguida tivemos o ciclo da Cana de Açúcar, que trouxe os primeiros sinais de colonização mais efetiva, diversos portugueses começaram a se aventurar nessas terras em busca de comercializar açúcar na Europa. Na seqüência tivemos o surto do Ouro em Minas Gerais, o Brasil era então o maior exportador do minério no mundo. Cidades históricas foram erguidas com o esforço de milhares de empreendedores que quiseram construir um lugar melhor para se trabalhar e viver. Finalmente tivemos o último dos grandes ciclos, o Café, que até meados do século 20 era o principal propulsor da economia brasileira. Não podemos nos esquecer que alem disso tivemos um efervescente comércio entre os estados que fez com que o estado de São Paulo florescesse com o intermédio entre comerciantes do Sul e do Norte do País.

Posto isso, vemos que o empreendedorismo, e mais especificamente o empreendedorismo digital não é um fenômeno novo no país, só o meio que foi alterado. A quantidade de empresas de internet e comércio eletrônico que tem surgido nos últimos anos no Brasil é enorme por conta do espírito do brasileiro, moldado em cinco séculos de querer transformar a sociedade e fazer o melhor. Porém, a geração que esta desenvolvendo esses novos negócios precisa estar atenta a um ponto de extrema importância, o Planejamento. A geração dos empresários e executivos que estão a frente dos negócios mais promissores de hoje foram forjados na fase da hiper-inflação da década de 80, nela, o planejamento por melhor que fosse não surtia os resultados esperados, pois as variações e a instabilidade eram a única certeza.  Isto faz com que esse empreendedores dêem pouco valor ao ato de planejar.
Porém, com a economia estável que possuímos há quase 20 anos e dadas as características dos negócios digitais tem em sua essência a eficiência, que só pode ser atingida com uma minuciosa avaliação da situação, entendimento das necessidades e projeção de expectativas futuras, o planejamento se torna ainda mais fundamental.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

LojaBela - Moda e Maquiagem para Elas é aqui




Vitrine: http://geravenda.com/lojabela

Facebook Store: https://www.facebook.com/lojabelaGV/app_142582799274276


Organização dos menus descomplica a navegação dos usuários e facilita o processo de compra

Proporcionar uma experiência agradável durante o processo de compras online deve ser uma constante na lista de prioridades de qualquer varejista que atue no comércio eletrônico. Considerando as muitas opções que os lojistas possuem para melhorar essa experiência, uma organização inteligente dos menus, é um recurso muito valioso.
Segundo Fátima Bana, Diretora de Marketing Digital e Internet Manager da CVC, a correta divisão dos menus, submenus e categorias no e-commerce são fundamentais para garantir uma navegação mais eficiente, resultando em mais conversões. “Se o cliente ‘entende a loja’, ele irá sentir maior segurança no estabelecimento, e, consequentemente, estará a um passo da conversão após maturidade do processo de compra”, explica a executiva.


Fátima também ressalta que o mercado já dispõe de vários formatos de menus, para atender as necessidades específicas de cada loja virtual. “Hoje temos alguns tipos de menus bastante utilizados em lojas online, tais como os menus verticais, que entram na categorização, e, também os que entram no formato de abas. Quase todas as mudanças feitas nos menus e submenus estão atreladas à arquitetura da informação, pois isso causa grande impacto na navegação do cliente”, justifica.
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sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Como a organização do HTML e CSS afetam uma loja virtual

Pré-requisito para qualquer e-commerce, a funcionalidade de um site depende de uma série de fatores, que devem ser cuidadosamente bem planejados. Dentre eles, destaca-se a importância em desenvolver, e manter, uma organização consistente do HTML e CSS da loja virtual.
Esse aspecto é tão salutar paras lojas online porque afeta a forma como os buscadores pontuam o site da loja, impactando, dentre outras coisas, na encontrabilidade do mesmo. De acordo com Tiago Tartari, CEO da COMM2, empresa especializada em soluções para o comércio eletrônico, o HTML precisa ter início, meio e fim. “Existem padrões para serem desenvolvidos, e, embora não seja nada complicado seguir esse modelo, ainda existem empresas e profissionais que fazem isto de qualquer jeito, sem se importar se a página estará com uma fácil leitura ou não”, afirma.
Com relação aos principais erros cometidos, Tiago aponta a diagramação da loja online como uma fonte frequente de erros. “O designer tem que pensar estruturado. Já vi páginas que tem 15 H1 em uma única página, imagens em baixa resolução e sem títulos, qualificadas por qualquer nome, além da criação de HTML por javascript, que deve ser usado, porém, com moderação, sem falar em uma infinidade de outros itens errôneos”, detalha.


Concluída a correção de erros e manutenção da organização, existem outras características que devem ser observadas. Tartari reforça que tudo deve ser nesse momento: “Como disse, a boa organização ajuda os buscadores e deixará a loja virtual mais rápida, mas, claro, existem ainda outras coisas que o lojista deve avaliar: a loja possui cache? O servidor é bom? A banda é boa? Quantos clientes existem pendurados no site? Qual é o maior pico? Neste caso, um sistema de cache permite que o lojista consiga sem problema algum, segurar o máximo de clientes em seu site, isto porque as páginas não sofrem requisições no servidor web e sim, no servidor de cache”, explica.
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quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Evitando produtos encalhados na loja virtual

Ingrediente fundamental para o sucesso de qualquer e-commerce, o giro de estoque impacta de diversas formas a saúde financeira de uma loja virtual. Um produto parado consome espaço físico do lojista, retém capital, bloqueia a compra de novas coleções, entre outros prejuízos diversos.
A premissa é simples: quanto menor o estoque menos capital estagnado a empresa terá, contudo, nunca devem faltar produtos para a venda. “Empresas que conseguem girar o estoque ao menos duas vezes ao mês (turn de 15 dias), conseguem comprar e vender o produto sem ao menos ter pago ao fornecedor. Resumindo, trabalha com o ‘dinheiro’ do fornecedor. Este é o melhor dos mundos”, revela Rodrigo Schiavini, Diretor de Negócios da FBITS, empresa especializada em soluções em e-commerce.
Dentre os entraves que atrapalham a venda de um produto, culminando no seu encalhamento, Rodrigo elenca cinco, como principais:
Demora no lançamento
Muitos e-commerces, seja por falhas estruturais ou problemas com fornecedores, atrasam a entrada de um produto na loja virtual. Em algumas categorias de produtos, esse atraso pode ser completamente desastroso: “Vivi um exemplo disso na última copa do mundo. Na ocasião, o varejista demorou para comprar a camisa da seleção brasileira e, com isso, atrasou o lançamento dela em sua loja virtual. Assim que a lançou, iniciou as vendas, porém já na semana seguinte o Brasil perdeu para Holanda e foi desclassificado. As camisas ficaram encalhadas no estoque e vários meses depois faziam promoções, chegando a dar de brinde para poder acabar com o estoque”, relata o diretor, ao E-Commerce News.
Informações precárias
Schiavini explica que não é mera coincidência os produtos que encalham com mais frequência serem aqueles que possuem um déficit de informação em sua descrição: “O varejista deve fornecer o máximo de informações sobre o produto, pois é fundamental para quem compra”, completa.



Imagens de baixa qualidade
Outro erro recorrente por parte dos empreendedores de e-commerce é a qualidade das imagens dos próprios produtos, gerando itens com fotos distorcidas, em baixa resolução ou, até mesmo, sem foto. “Para quem compra, a imagem pode ser o diferencial para a decisão final”, enfatiza o executivo. Ou seja, vale a pena investir em fotos de alta qualidade.
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quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Estratégias para aumentar as vendas on-line

O comércio eletrônico evoluiu rapidamente, existem sites de comparação de preço, os descritivos e manuais de quaisquer eletrodomésticos são facilmente encontrados nos sites de busca, além de vantagens oferecidas que não existem comprando diretamente na loja física.
Hoje ter sua loja no mundo virtual não é apenas questão de marketing ou modismo, mas questão de sobrevivência.
O código civil brasileiro prevê troca e devolução integral do dinheiro por qualquer compra efetuada pela internet, desde que reclamada em até sete dias do recebimento, mas os números de devoluções caem ano após ano e o faturamento aumenta vertiginosamente. O consumidor on-line sabe o quê quer e gasta cada vez mais em suas compras. O faturamento do e-commerce que era em 2003 pouco mais de 1 bilhão de reais fechou 2012 com mais de 22 bilhões de reais, com um mercado consumidor de 45 milhões de usuários.
O Brasil é o 5º maior mercado consumidor de comércio on-line do mundo, logo à frente existem países como o Japão e EUA que possuem mais que o dobro de presença de internet nos lares, onde no Brasil a penetração de comutadores conectados é de 38%, no Japão e EUA esse número é mais que 78%.


Os números no Brasil tendem a crescer mais rápido que nos mercados europeus e EUA. A penetração da internet tende a aumentar, ser mais abrangente e mais barata, principalmente devido à entrada do 4G, ao crescimento do uso de tabletes e Smatphones e ao contato cada vez mais cedo do estudante brasileiro com a internet.

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terça-feira, 10 de setembro de 2013

Os principais desafios do comércio eletrônico para pequenos e médios

Com a internet cada vez mais acessível a toda a população, a inclusão social e o boom dos tablets e smartphones, hoje já são 102 milhões de brasileiros acessando a internet no País. Mas as pessoas não querem utilizar a internet apenas como fonte de informação ou entretenimento, querem resolver e encontrar de tudo da forma mais rápida e segura para terem suas necessidades atendidas em tempo real, e isso, claro, envolve – e muito – as compras!
Afinal, porque gastar um tempo que nem sempre está disponível para fazer compras em apenas um lugar quando na internet tudo pode ser encontrado com alguns cliques? Como resultado dessa facilidade, as vendas no comércio eletrônico vêm aumentando anualmente, com previsão de faturamento de R$ 28 bilhões este ano, gerando um tíquete médio de R$ 350 reais, atingindo mais de 50 milhões de consumidores, conforme dados divulgados pelo e-Bit.
Mas qual é o primeiro passo para construir uma loja virtual e fazer parte desse mercado suculento? Além das preocupações básicas, como criar um CNPJ e abrir uma empresa, é necessário, antes de qualquer coisa, amadurecer a ideia do negócio que você quer montar. O empreendedor brasileiro planeja pouco, tem uma ideia na segunda-feira e na terça-feira já está começando. Vamos com calma! Veja abaixo algumas dicas de planejamento e estrutura para começar com o pé direito:
  • Procure conversar com consultores especializados, com pessoas que já investiram em algo parecido, faça cursos, assista palestras, estude o assunto, faça pesquisas de mercado, até mesmo pela internet.
  • Faça uma lista com perguntas básicas para imaginar como será sua empresa: Qual a ideia? Quem é o cliente? Qual é o mercado? Quem são os concorrentes? Qual é o financeiro? Qual vai ser o marketing? Qual vai ser o diferencial? Qual é o plano? E aí sim, a partir daí, colocar tudo em ordem.
  • Se você tem cinco mil reais de investimento inicial, por exemplo, divida essa quantia por 12, porque você vai precisar de dinheiro ao longo do ano, e não somente no início, para investir em outros pontos e alavancar os negócios, como ferramentas de marketing, cursos, novidades, etc.
  • Crie uma marca que expresse visão e valores, que mostre o que ela faz a partir do nome e do logo, para acelerar o desenvolvimento e atrair mais clientes para o seu negócio.
  • Você pode começar com um estoque dentro da sua própria casa, desde que planeje a logística, como vai imprimir as etiquetas, calcular a quantidade de caixas, definir como serão as embalagens e escolher se vai utilizar transportadora, parceiro ou colocar no porta-malas e fazer a entrega pessoalmente.


  • Para o início é muito importante escolher uma plataforma e ERP com benefícios e valores que atendam às suas necessidades no momento. Mas como analisar isso? É essencial fazer uma boa pesquisa, consultar outros clientes que já utilizam essa plataforma para saber se estão satisfeitos, se o serviço disponibiliza suporte técnico e consultores, se dispõe de boas ferramentas de marketing e e-mail marketing embutidos na plataforma para facilitar o uso, quais as formas de pagamento que estarão disponíveis e se existem as opções de integração Mobile + Redes Sociais + Vídeos + TV + OmniChannel (a ideia de você ter uma loja virtual integrada com a loja física) + Marketplace. Para a escolha do ERP vale envolver todas as pessoas que vão utilizar antes de escolher o software que vai informatizar o trabalho que eles já fazem, para que também ajudem a escolher o que melhor se enquadra na realidade diária da equipe. Repita as pesquisas, consulte clientes, compare sistemas e avalie a tecnologia aplicada. E não se esqueça de checar a flexibilidade de manutenção! Então fique de olho: Algumas empresas vendem recursos e para adaptar para o seu modelo de negócio ou fazer alguma alteração, cobram a mais pelo serviço posteriormente.
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segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Sete principais erros cometidos no gerenciamento de lojas virtuais


1 – Falta de planejamento: Muitos empreendedores subestimam a complexidade do comércio eletrônico. Isso se reflete em um aumento de custos operacionais com redução de margens de lucro e consequente perda de competitividade.
2 – Falta de foco: É muito comum abrir uma loja virtual para vender de tudo. Isso não funciona para o pequeno e médio empresário. A tendência do mercado virtual é cada vez mais se concentrar em nichos de mercado e conseguir excelência nesses segmentos. A competição com as grandes redes é inviável.
3 – Improviso na modelagem do negócio: Ótimos projetos de e-commerce podem fracassar em função da escolha errada da plataforma. Outro erro é optar por uma solução improvisada de serviço de otimização para ferramentas de busca.
4 – Mão de obra não qualificada: Gerenciar uma loja virtual requer mais que conhecimento sobre navegação na internet. O gerenciamento e a manutenção de uma loja virtual exigem conhecimento em diversas áreas como marketing digital, otimização para ferramentas de busca e monitoramento de tráfego.



5 – Divulgação ineficiente: Boa colocação em ferramentas de busca, anúncios em sites de comparação de preços e presença atuante nas redes sociais são hoje em dia instrumentos decisivos para o sucesso de um negócio virtual.
6 – Fraudes nos pagamentos online: Uma boa estrutura nas formas de pagamento online, principalmente no caso de cartões de crédito, é indispensável para qualquer lojista virtual.
7 – Falta de monitoramento: Toda loja virtual precisa ter seus dados constantemente monitorados para que a administração possa saber o que realmente está acontecendo no negócio.
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quinta-feira, 5 de setembro de 2013

AS 7 ETAPAS DO SOCIAL-COMMERCE

Social-Commerce 1. Estabelecer presença nas mídias sociaisO número de usuários nas principais mídias sociais indica que parte de nossos potenciais clientes já deve estar ali, portanto, o primeiro passo é colocar a empresa em cada mídia social relevante por meio de uma página ou perfil.

Social-Commerce 2. Prospectar clientes. É preciso filtrar dentre os usuários, aqueles cujo perfil tem afinidade com os produtos oferecidos e as mídias sociais oferecem recursos para se fazer essa prospecção.  A tarefa é localizar o público alvo e mostrar que a empresa tem coisas interessantes para oferecer em termos de conteúdo e de produtos.

Social-Commerce 3. Atrair seguidores. O próximo passo é trazer usuários para o ambiente da empresa, por exemplo, torná-los fãs da pagina da empresa no Facebook ou um seguidor do twitter. As pessoas vão fazer isso na medida em que haja identificação com a empresa e um estímulo para essa adesão.



Social-Commerce 4. Desenvolver conteúdo. No ambiente virtual devemos produzir conteúdo que estimule o interesse e o envolvimento das pessoas. Naturalmente, cada empresa tem um perfil e características específicas, mas cada situação tem a sua abordagem mais adequada e que será eficaz na medida em que despertar o interesse dos usuários.  

Social-Commerce 5. Estabelecer relacionamento e interatividade. Mídias sociais são o ambiente propicio para o relacionamento e interatividade, afinal, as pessoas frequentam mídias sociais para se expor e saber sobre outras pessoas e coisas interessantes. Atendimento ao cliente, sugestões de melhorias, idéias para novos produtos, avaliações, entre outras, vão fortalecer a imagem da empresa

Social-Commerce 6. Estimular a ação de compra. Uma vez estabelecido o relacionamento com o usuário, uma boa parte do caminho para a compra já foi percorrida. É preciso agora estimular a compra por meio de campanhas, ofertas, concursos e inúmeras outras formas que a criatividade permitir.  A finalização da compra pode ser feita no próprio ambiente da mídia social, como já é possível fazer por meio do f-commerce ou em uma loja virtual externa.

Social-Commerce 7. Avaliar resultados. Em qualquer circunstância não se deve esquecer que o objetivo final de toda empresa é a venda . Todo investimento em mídias sociais deve ser feito em consonância com esse objetivo e métricas como o ROI, devem ser utilizadas de forma a avaliar se esse objetivo está sendo atingido.    


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quarta-feira, 4 de setembro de 2013

As 3 abordagens de utilização do Facebook-Commerce

Facebook-Commerce como estimulador de vendas. A empresa utiliza o ambiente facebook e seus recursos para espalhar conhecimento sobre o produto e estimular vendas. A plataforma facebook  disponibiliza aplicativos conhecidos como Social Plugins  que facilitam ao usuário divulgar informações sem nenhum esforço. O exemplo mais comum de plugin é o “curtir”. Quando um usuário curte um conteúdo, que pode ser a apresentação de um produto, todos os seus amigos são expostos a esse conteúdo e podem acessá-lo com um simples clique.

Pré-venda no facebook-commerce. A empresa instala na página do facebook uma vitrine com imagens, descrição e preço dos produtos, similar a da loja virtual.  Além de poder divulgar o produto para seus amigos, ao clicar em qualquer link “comprar”, o usuário é direcionado à loja virtual normal, justamente na página daquele produto. A maioria das empresas utiliza essa abordagem.



Venda completa no facebook-commerce. Aqui a empresa tem uma loja completa instalada no Facebook. Isso significa que o usuário pode avaliar, escolher, divulgar, comprar e pagar seus produtos sem sair do ambiente Facebook-Commerce. A tendência é as empresas utilizem cada vez mais essa abordagem, a medida que a plataforma Facebook se aperfeiçoa.   


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terça-feira, 3 de setembro de 2013

O planejamento das Lojas Virtuais

Estrutura das Lojas Virtuais

A rigor, lojas virtuais são uma série de sistemas que vão interagir com o usuário; de tal forma que ele possa realizar ações que, preferencialmente, culminem com uma compra. Esses sistemas podem ser adquiridos de terceiros ou desenvolvidos internamente, mas é fundamental que funcionem a contento, dando respostas ágeis e eficientes aos usuários 365 dias por ano, 24 horas por dia. Você pode estar em um barco no Caribe comemorando o reveillon, mas suas lojas virtuais deverão estar no ar atendendo seus clientes.

Hospedagem das Lojas Virtuais

O correto funcionamento das lojas virtuais, 24 hs por dia, 360 dias por ano depende primordialmente de um bom provedor de serviços de hospedagem. Não vale a pena economizar aqui. Mesmo porque, o custo desse tipo de serviço está bem acessível no Brasil, graças a grande concorrência de fornecedores de infra-estrutura.



Lojas Virtuais e segurança nas transações

No mundo de cimento, costuma-se dizer que nada é 100% seguro, tanto assim que nas lojas tradicionais existe uma margem de perdas considerada aceitável pelos comerciantes. Na Internet esse princípio também é válido mas é importante se precaver para minimizar o risco. Os problemas que ocorrem com mais freqüência no caso das lojas virtuais são a Clonagem da loja, Invasão de sistemas e acesso a informações sigilosas. Problemas que são evitados com a certificação do site, encriptação das informações e outras medidas de segurança já acessíveis ao empreendedor na Internet.

Parceiros financeiros e meios de pagamento


As Lojas Virtuais devem disponibilizar aos seus clientes diversas opções de pagamento. Tradicionalmente, o boleto bancário e o cartão de crédito são os meios mais disponibilizados pelos lojistas. Quanto mais opções de pagamento houver, melhor para os clientes, porém, existem considerações relacionadas a custos durante a montagem dos sistemas de pagamento e a escolha do banco e operadora de cartões que devem ser consideradas pelo lojista.

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Lojas Virtuais

Lojas Virtuais - Conceito

Muito embora toda loja virtual seja um website, nem todo site é uma loja virtual, ou seja, nem todo site vende produtos ou serviços on-line. Existem inúmeras outras funções desempenhadas pelos sites além da venda direta, tais como divulgação institucional, compras, relações com fornecedores, treinamento de funcionários, e diversas outras. Esses sites não são considerados lojas virtuais, tendo em vista que lojas virtuais são sites de e-commerce, onde o cliente visualiza e escolhe seu produto, coloca no carrinho de compras e passa no caixa para realizar o pagamento, num processo totalmente on-line.



A importância das Lojas Virtuais

A lojas virtuais desempenham um papel estratégico para qualquer negócio na Internet. É nas lojas virtuais que o visitante será apresentado aos produtos e, quiçá, vai se sentir motivado para realizar a compra. Partindo-se da premissa que os produtos são de interesse do visitante e estão sendo oferecidos a um preço justo, a decisão de compra vai depender da qualidade da loja virtual em transmitir informações precisas ao comprador; além da confiabilidade, segurança e facilidade de navegação encontrada.

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Fonte: http://e-commerce.org.br/lojas_virtuais.php