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quarta-feira, 25 de setembro de 2013

A terceira geração do e-commerce

O e-commerce já é uma realidade há muito tempo. A facilidade em comprar qualquer tipo de produto ou serviço sem sair de casa cativa milhões de usuários a cada ano, fazendo deste um mercado em franco crescimento. Em 2012, somente no Brasil, faturou R$ 24 bilhões, de acordo com dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm).
É natural que, em um mercado tão rentável, e com imenso potencial, surgissem novas alternativas para serem exploradas. Uma delas foi o clube de compras, mais conhecido como compras coletivas, que disponibiliza ofertas com até 90% de desconto, mas que necessita que um número mínimo de pessoas adiram, para que a promoção seja ativada. Este modelo acabou se tornando uma segunda geração do e-commerce.

A compra coletiva teve seu auge no segundo semestre de 2010 e durante 2011, quando alguns sites movimentaram cerca de R$ 1,5 bilhão anual. Entretanto, foi questão de tempo para que os estabelecimentos lotados, com filas quilométricas e atendimento fraco se tornarem frequentes, resultando em serviço de baixa qualidade, o que espantou parte do público que usufruía deste modelo. Alguns dos principais sites encerraram as atividades, outros começaram a procurar novas alternativas, como foco em viagens ou delivery de comida.
Com a decadência da compra coletiva, já se procuram novos modelos para aproveitar a rentabilidade do comércio eletrônico, principalmente com a popularização de smartphones e tablets. Esta nova onda, a terceira geração, possui conceitos que tentam trazer o e-commerce mais próximo da vida real, onde é possível, por exemplo, pechinchar uma compra, negociar um desconto da forma como fazemos em uma loja física.
Ou seja, o comércio eletrônico é um mercado aberto, com público gigantesco, e enorme potencial a ser explorado. Uma loja online ou uma startup requer, como qualquer empresa, empenho, seriedade, atendimento de qualidade e uma boa dose de criatividade.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

O e-commerce e o marketing na era 3.0

Estamos na era do valor. Tudo deve ter valor agregado, tudo deve estar ligado a algo que possua valor e que nos deixe conectados de alguma forma à aquilo que acreditamos.
As mídias sociais e a tecnologia deu força para essa nova forma de “marketear” e isso nos ajuda muito no comércio eletrônico.  O consumidor comenta em um blog, twitter, segue o link e está lá em uma loja virtual que tem obrigação de “conversar” com aquilo que o consumidor lia anteriormente, vi casos em lojas virtuais fora do país que dependendo de onde vinha aquele consumidor o layout da loja era transformado para algo próximo do assunto que ele lia, muita tecnologia, tudo para agradar o consumidor e fazer com que ele não percebesse a diferença entre conteúdo e consumo.
Hoje o consumidor é colaborativo, gosta de fazer parte, gosta de ser ver e compartilhar e isso nos dá uma gama de ações para trazer esse consumidor para nós.
A Trendwatching, rede de pesquisas de tendências, diz que a motivação dos consumidores para cocriarem produtos é pessoal, alguns gostam de mostrar seu talento, outros de trazer o produto para sua vida de forma pessoal, outros ainda pensam em recompensas monetárias, alguns pensam que vão ganhar um emprego e por fim os que se divertem com isso, apenas.
Hoje o marketing está baseado no comportamento do consumidor, para tanto precisamos fazer uso da tecnologia que nos possibilita estar em contato constante com os mesmos.
Aceito que hoje o conceito do marketing está baseado, segundo Kotler, nos 3 Is : identidade, integridade e imagem.
Não mais teremos o marketing de nenhuma empresa (principalmente virtual) como sinônimo de vendas ou ferramenta para gerar demanda, ele deve ser visto como fonte principal para ganhar a confiança do consumidor. A partir dessa confiança se vende mais e todas as ações serão fortalecidas.
Devemos ter em mente que os consumidores são os verdadeiros donos de uma marca e é para eles que trabalhamos. De nada adianta fazer uma marca boa, uma loja com excelente categorização, gateways seguros e rápidos e na entrega dar errado. A transportadora falhar ou ainda o SAC não funcionar. A sua marca estará sendo vista durante todo o período da experiência de compra e o dono dela (o consumidor) espera ser atendido da forma que ele  deseja, temos o consumidor como centro da nossa estratégia.

Para dar entendimento ao nosso consumidor hoje que o marketing mudou e não se interessa apenas em impulsionar o consumo, mas sim entender como quer consumir devemos ter cuidado inclusive com as nossas parcerias, se temos como valor atendimento perfeito, não podemos ter parceiros que não pensem dessa forma, por exemplo uma transportadora que não entrega com excelência ou uma central de atendimento que não saiba passar seus reais valores quando acionada. O consumidor está conectado e sabe quem é quem, sabe para quem reclamar e quer colaborar para ajudar se você for bom o suficiente para isso e essa hoje também é uma nova função do marketing – estudar o consumo.
Essa visão deve ser compartilhada por todos da empresa, pois no mundo digital todos devem falar a mesma língua, seja o blog, a rede social, o sac, os seus colaboradores quando falarem da empresa, todos devem ter (na medida do possível) a mesma visão, só assim o novo consumidor vai acreditar que ele é mesmo o centro do negócio. Esse é o nosso desafio 3.0.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Como aumentar as vendas no e-commerce?


A resposta para o título desse artigo, na teoria, seria muito fácil: “basta anunciar que as pessoas chegam ao site”. Mas será que é só isso mesmo? A fórmula é tão simples?
Na verdade, nem tanto. Primeiro que para fazer uma boa campanha na Internet é preciso investimento, e bem ao contrário do que a maioria pensa, anunciar na web não é barato, entretanto, sabendo fazer, a loja virtual com certeza terá um excelente retorno em vendas.
Na minha aula de E-commerce, eu foco basicamente em um pilar estratégico, não apenas para aumentar as vendas, mas para manter uma loja no curso do crescimento sempre. Aumentar vendas, não significa crescer, apenas, 10% de um mês para o outro, mas também deixar o cliente fiel. Em época de Redes Sociais, reputação é fundamental, pois além do consumidor comprar sempre ainda indica a amigos.
Bons produtos, encontrabilidade dos produtos, atendimento, marketing digital e logística. Esses são os 5 pilares que defendo para a evolução da loja como um todo. Cada um deles tem a sua importância para essa evolução da loja, seja ela uma mega loja multiprodutos ou uma pequena loja de uma pessoa que vende camisetas pela Internet.
Bons produtos significa que a loja deve vender qualidade. Entender o que o mercado deseja comprar e oferecer esses produtos de forma clara, simples, objetiva e se possível com o melhor preço (digo se possível, pois frete ou empresas com produtos tabelados as vezes dificultam essa ação); se a loja tem bons produtos, é preciso que o usuário os encontre. De nada adianta levar o usuário ao site se ele não acha nada! Assim como não se pode, JAMAIS, achar que aquele usuário que digitou “câmera digital 12 megas” no Google chegue a sua loja para ver um notebook. Ele pode se interessar, mas depois de ver a câmera.

Atendimento é fundamental no pré e pós-venda. As pessoas tem dúvidas e essas nem sempre podem ser sanadas pelo texto do site. Tem que ser na conversa. Tenha uma equipe pronta para atender as pessoas e especializada em fechar a venda! Marketing digital é basicamente anunciar a loja, como disse no começo do artigo, mas como vimos até o momento não é a única solução para que a loja venda mais. Logística é fundamental, pois se uma pessoa compra e não entrega no prazo, perde a confiança. Ela não compra mais, não indica, não volta a loja e se possível fala mal da mesma para sua rede de amigos. É uma forma de perder não apenas um, mas vários potenciais consumidores.
Voltando ao marketing digital como estratégia há diversas formas de se usar esse conceito. Banner na home de portal é um deles, muito usado pelos mega players. Altos investimentos, grandes riscos. É preciso pensar além do básico. As pessoas não se empolgam mais pelo “mais do mesmo”. Nesse momento vem o conceito que defendo de presença digital (http://www.slideshare.net/Felipemorais2309/planejamento-estratgico-com-foco-na-presena-digital-6830701). É preciso estar bem posicionado no Google, ter ações de Links Patrocinados. Usar bem o s-commerce (comércio pelas Redes Sociais), estar presente em Blogs, de preferência desses blogs espontaneamente falando bem da marca, estar no mobile não apenas com um banner em site, mas com uma loja virtual.
Mais do mesmo não vende mais. É preciso empolgar, deixar o usuário curioso e fazer com que ele sinta vontade de ir até a loja. Lá estando, oferecer um ambiente em que ele se sinta confortável e seguro. Oferecer a ele o que ele quer. Assim, cria-se um cliente fiel que pode trazer diversos outros.

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sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Como reverter carrinhos abandonados em compras em seu e-commerce?


Uma prática bastante comum que observamos nas lojas virtuais é o abandono da compra. Muitos visitam a loja, acessam páginas de produtos e departamentos, mas não finalizam opedido, apenas inserem os itens escolhidos no cesto de compras e depois, deixam a loja. É neste momento que surgem as dúvidas: quais atitudes tomar diante deste quadro? Como faço para converter estes abandonos em compra? Este é um grande desafio do e-commerce, reverter os acessos em compra, afinal, a loja já investiu para atrair os consumidores, e perde exatamente no momento da venda, de obter o retorno do que foi investido.
Primeiro, existem características que são essenciais na página do carrinho de compras para ter alta conversão, além de estratégias que o lojista pode utilizar para convencer o cliente a comprar.
O processo de checkout da loja, em nenhum momento pode atrapalhar a conclusão da compra, cada etapa deve ser intuitiva e fácil, para agilizar o processo, favorecendo o fechamento do pedido. No carrinho o foco é a compra, o design não pode ter elementos que possam tirar o foco do usuário, pelo contrário, devem favorecer o término desta etapa, além disso, o botão “Fechar Pedido” deve estar em destaque. Disponibilize opções de atendimento nesta página, evitando que o cliente deixe a página do carrinho, mostre o telefone, e-mail de contato ou até mesmo um atendimento online, na mesma tela. O cálculo de frete no cesto de compras é essencial, pois é um dos motivos que geram a maioria dos abandonos. Ofereça diferentes opções de entrega, para o cliente escolher a mais conveniente.
Para evitar o abandono dos carrinhos de compra mostre na loja virtual todas as etapas do pedido, evitando dúvidas. Os ícones de pagamento, quais cartões de crédito que a loja aceita, links para os produtos, fotos dos itens, e informações como prazo de entrega, devem estar bem destacadas. O cliente em hipótese alguma deve desistir da compra devido à falta de informação. Faça a sua parte, trabalhe a página de carrinhos, com todos os elementos necessários para conversão.
Depois do cesto de compras revisado para ter alta conversão, vamos em frente. Quais estratégias tomar diante do abandono de carrinhos?


Primeiro vamos entender os motivos de desistência: custo alto na entrega, prazo de entrega muito longo, política de devoluções confusa, falta de alguns métodos de pagamento, descrições e fotos de produtos insatisfatórias, entre outros motivos.
Para reverter estes carrinhos, atendendo o cliente e evitando estes motivos de desistência, existem algumas estratégias como:
1- Promoções de frete grátis: oferecendo um benefício ao cliente, incentiva o fechamento do pedido. Ofereça a gratuidade a partir de um valor mínimo de compras, assim o cliente acaba comprando um pouco a mais para ter o benefício.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

8 Dicas para ter um layout funcional em sua loja virtual

Se você está procurando uma empresa que crie sua loja virtual, isso é muito fácil de encontrar! Utilize o Google e verá inúmeras empresas que podem criar isso para você, agora se você realmente deseja construir um novo empreendimento, que lhe dê lucro, bem, preciso lhe pedir que descarte ao menos 70% desta lista de desenvolvedores de lojas virtuais, isso por que poucas empresas estão realmente interessadas em como isso pode trazer benefícios para você, o que interessa é apenas o quanto você está investindo. O layout é tão importante quanto o próprio produto, a experiência de compra deve ser tão agradável que o consumidor não tenha pressa de sair da loja virtual. Pois bem, pensando nisso, resolvi lhe dar uma “mãozinha” para que você não pague o preço por um trabalho desenvolvido sem as técnicas necessárias.
1)      A estrutura é o começo de tudo
Será que você já ouviu falar em wireframe?! O Wireframe é o projeto inicial da loja, até mesmo para se construir uma casa é necessário criar um. O wireframe tem a mesma função de uma planta baixa, geralmente ele é um arquivo em preto e branco demonstrando a disposição de cada detalhe da loja: Largura das colunas, quantidade de banners, espaço para o logotipo, tamanho dos selos de pagamento, medida das fotos, etc.
É também no wireframe que definimos quais os aplicativos e diferenciais que serão utilizados na loja.
É importantíssimo avaliar esta etapa com cautela e sem pressa, para garantir que não haja falhas depois que a loja estiver 100% pronta.
2)      A grama do vizinho nem sempre é mais verde
Se você é daqueles que gosta tanto da loja de seu concorrente que resolveu criar a sua quase que uma cópia, você está fazendo isso errado!
Analisar a concorrência é realmente muito importante, mas não se limite apenas a lojas de seu segmento, avalie o que tem dado certo para eles e se inspire a buscar diferenciais.
3)      Não fuja de suas raízes
Antes de iniciar o seu layout busque muitas referências de seu mercado: cores, fontes, fotos, funcionalidades, benefícios, etc, e utilize-as para que seu consumidor se sinta em casa. Ele precisa perceber logo de cara que está dentro de uma loja que vende aquilo que ele procura.
Criatividade é sempre bem vinda, mas não perca o bom senso, mantenha o foco no seu segmento de vendas.


4)      O que importa é o Consumidor.
Desculpe a franqueza, mas neste momento: Sua opinião não importa!
Não deixe que suas preferências pessoais falem mais alto do que aquilo que o seu público alvo realmente gosta, afinal, são eles que você quer atingir. Claro que a loja não precisa fugir totalmente do que te agrada, mas tenha bom senso ao escolher os detalhes, nesse momento, sua opinião pode colocar tudo a perder.
5)      Purpurina e Neon
Amigo empreendedor: Uma loja virtual não é um site institucional.
Luzes cintilantes? Logo que gira? Mouse com bichinho que segue? Banner de promoção que Pisca? – ESQUEÇA.
O Foco da sua loja tem que ser exclusivamente para o produto, nada deve chamar mais atenção do que ele e o botão comprar. Isso pode deixar sua loja cansativa para os olhos e o consumidor desistir da compra.

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Comércio Eletrônico: planejar é preciso


O brasileiro tem por natureza o espírito empreendedor. Nós descendemos diretamente dos navegantes portugueses que, nos séculos 15 e 16 empreenderam o que foi até então a maior das aventuras humanas, a descoberta da América. Mas isto só aconteceu por conta de seu espírito empreendedor, pois seu objetivo inicial era o de cruzar um oceano desconhecido para tentar encontrar mais eficiência no comércio entre a Europa e a Ásia.
Desde então, o Brasil tem passado por diversos ciclos econômicos, mas todos eles, sem exceção dependeram de uma forma ou de outra da vontade de homes e mulheres que quiseram de alguma forma melhorar de vida e o mundo ao seu redor. O primeiro ciclo foi o da madeira, com o Pau-Brasil, que deu nome ao nosso país, em seguida tivemos o ciclo da Cana de Açúcar, que trouxe os primeiros sinais de colonização mais efetiva, diversos portugueses começaram a se aventurar nessas terras em busca de comercializar açúcar na Europa. Na seqüência tivemos o surto do Ouro em Minas Gerais, o Brasil era então o maior exportador do minério no mundo. Cidades históricas foram erguidas com o esforço de milhares de empreendedores que quiseram construir um lugar melhor para se trabalhar e viver. Finalmente tivemos o último dos grandes ciclos, o Café, que até meados do século 20 era o principal propulsor da economia brasileira. Não podemos nos esquecer que alem disso tivemos um efervescente comércio entre os estados que fez com que o estado de São Paulo florescesse com o intermédio entre comerciantes do Sul e do Norte do País.

Posto isso, vemos que o empreendedorismo, e mais especificamente o empreendedorismo digital não é um fenômeno novo no país, só o meio que foi alterado. A quantidade de empresas de internet e comércio eletrônico que tem surgido nos últimos anos no Brasil é enorme por conta do espírito do brasileiro, moldado em cinco séculos de querer transformar a sociedade e fazer o melhor. Porém, a geração que esta desenvolvendo esses novos negócios precisa estar atenta a um ponto de extrema importância, o Planejamento. A geração dos empresários e executivos que estão a frente dos negócios mais promissores de hoje foram forjados na fase da hiper-inflação da década de 80, nela, o planejamento por melhor que fosse não surtia os resultados esperados, pois as variações e a instabilidade eram a única certeza.  Isto faz com que esse empreendedores dêem pouco valor ao ato de planejar.
Porém, com a economia estável que possuímos há quase 20 anos e dadas as características dos negócios digitais tem em sua essência a eficiência, que só pode ser atingida com uma minuciosa avaliação da situação, entendimento das necessidades e projeção de expectativas futuras, o planejamento se torna ainda mais fundamental.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

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